Parque das Mangabeiras é reaberto na Região Centro-Sul de Belo Horizonte


Nesta terça-feira (20), o Mirante das Mangabeiras também volta a funcionar. Os locais estavam fechados desde fevereiro por causa do risco de transmissão da febre amarela.

Fonte: Por Bom Dia Minas, Belo Horizonte – 20/06/2017

Parque das Mangabeiras é reaberto na Região Centro-Sul de BH
A Fundação de Parques Municipais (FPM) reabre, nesta terça-feira (20), o Parque das Mangabeiras e o Mirante das Mangabeiras, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte. Os espaços de lazer estavam interditados desde fevereiro por causa do risco de transmissão da febre amarela. Os dois locais ficaram fechados por mais de três meses. O local volta a funcionar em horário normal – de terça-feira a domingo, das 8h às 17h, para toda a população e turistas que visitam a cidade.

Entre as intervenções realizadas durante o período de fechamento estão o diagnóstico geral da situação do parque; ampla limpeza da área; serviços de roçadas, capinas e jardinagem; e alguns reparos em banheiros. Também está sendo providenciado o aumento do quadro de funcionários de vigilância.

Foi também iniciada a elaboração do plano integrado de combate a incêndios para o Parque das Mangabeiras, Parque Estadual da Mata da Baleia e Parque da Serra do Curral, que conta com a participação da FPM, Ministério Público Estadual, Polícia Militar de Minas Gerais, Polícia do Meio Ambiente de Minas Gerais, Corpo de Bombeiros, Instituto Estadual de Florestas, brigadistas voluntários das três áreas verdes e outros parceiros.
Sérgio Augusto Domingues, biólogo e presidente interino da FPM, destaca que algumas áreas, especialmente as matas na área leste do Parque das Mangabeiras, ainda estarão com acesso restrito. Isso porque o local tem maior fragilidade, considerando a biodiversidade.

Além disso, nessa área é onde estão ocorrendo intervenções de manutenção, como reformas, readequação das trilhas, desassoreamento de lagos e cursos de água, por exemplo. “Após quatro meses fechado, sem contato com o público, é natural que as populações silvestres se reorganizem no habitat. Precisamos fazer com que essa reaproximação com o público não seja impactante e, para isso, faremos de forma planejada, gradual e organizada, visando à segurança dos visitantes e à conservação da vida animal”, explica.

Assim, estarão abertas ao público as Praças da Água e de Esportes, as Ilhas do Passatempo, a Ciranda de Brinquedos, que integram o Roteiro do Sol. “O Roteiro da Mata estará restrito a pesquisadores devidamente autorizados, técnicos, vigilantes e funcionários do Parque, pois são áreas onde ainda estamos realizando estudos e intervenções”, conta Domingues.

Desde meados de maio, o Parque das Mangabeiras já vem recebendo a visita de escolas para realização de trabalhos de educação ambiental, com foco nos animais silvestres presentes no Parque. Durante as atividades, que acontecem de terça a quinta-feira, as crianças participam de uma palestra e uma atividade de campo, intituladas “Aqui tem Bicho”. Elas percorrem um caminho dentro do parque, guiadas pela equipe de educação ambiental da FPM.
Serviço

Acesso ao Parque das Mangabeiras
Horário de funcionamento: de terça-feira a domingo e feriados das 8h às 18h (entrada até as 17h)
O acesso dos visitantes ao parque será feito pelas portarias Sul (Avenida José do Patrocínio Pontes) e Norte (Avenida Bandeirantes), estando as demais portarias restritas a funcionários e prestadores de serviços
Telefone: (31) 3277-8277

Argentinos montam falsas festas de casamento somente pela balada

Uma nova modalidade de festa de casamento tem feito sucesso em salões de Buenos Aires. À primeira vista elas são iguais às festas tradicionais. Exigem traje de gala, têm cerimônia, balada, bebida à vontade, mesa de doces e o aguardado momento em que a noiva joga o buquê. Mas um pequeno detalhe torna a nova moda peculiar. Os noivos e o juiz que celebra o casamento são atores e encenam uma história que serve de pretexto para o que as centenas de convidados mais esperam: se divertir.

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Casamento e as inúmeras formas de surpreender

Hoje em dia as pessoas buscam ser originais e diferentes na hora de planejar seu casamento. Muitas ideias são válidas e diferentes, mas outras já são bem mais ousadas e vão de encontro à tradição que muitos não arriscariam mudar!!

Até que ponto você estaria disposto(a) a ir para tornar seu dia único e inesquecível? Muitas pessoas não abrem mão de seguir determinados protocolos que são indispensáveis (ou não) para qualquer casamento. Levam em conta as superstições e procedimentos que quase nunca se alteram.

Eu particularmente, acho estes momentos espetaculares e demonstram realmente o amor que existe entre os noivos e o quanto estão dispostos a quebrar barreiras em nome do amor que sentem um pelo outro. Infelizmente ainda não tive a oportunidade de registrar um casamento desse jeito, mas me sentiria orgulhoso em fazê-lo!

Assista até o final e veja como a Ana surpreendeu o Rafael no dia do casamento deles. Emocionante!!

‘Making of’ ou ‘making off’?

“Qual é o certo: ‘making off’ ou ‘making of’? Costumo usar o primeiro, mas já vi dos dois jeitos.” (Anelise de Souza)

A dúvida, como se vê, não é de português, mas de inglês. Isso não a torna menos relevante para o público brasileiro: making of (nada de efe dobrado, já veremos por quê) consagrou-se entre nós com um sentido que, antes de sua importação, costumava ser atendido pela expressão “cenas de bastidores” ou coisa parecida.

Trata-se do registro do processo de produção de um objeto cultural qualquer, filme, disco, show, ensaio fotográfico etc. Metalinguístico, o making of é geralmente um filminho promocional que se debruça sobre a ação de preparar a atração principal, tirando o espectador do auditório e levando-o para dentro da oficina dos artistas. A era do DVD ajudou a consagrá-lo.

Faz muitos anos que making of é figurinha fácil no vocabulário da imprensa cultural brasileira. Pode-se discutir – e discute-se mesmo – a implicação de nosso apetite anglófilo. Há quem julgue a importação de making of servil e desnecessária, pois poderíamos dizer a mesma coisa de outra forma. Para estes, optar por making of é algo tão idiota quanto chamar adolescente de teen. Outra corrente argumenta que o caso aqui é diferente, pois making of tem um sentido preciso – de produto acabado que inclui “cenas de bastidores”, mas não se esgota nelas – e contra a precisão é quixotesco lutar.

Os dois lados têm sua dose de razão. Seja como for, uma coisa é indiscutível: a degeneração ortográfica making off, que parece ser de uso ainda mais frequente do que a forma correta em nossa imprensa cultural, revela, esta sim, um traço constrangedor da macaqueação linguística – a ignorância alvar, a falta de juízo crítico. Se vamos ser anglófilos, que tal aprender um pouco de inglês, em vez de achar que dobrar consoantes é sempre mais chique?

Processo de produção (making) de (of) um objeto cultural, é só disso que se trata. Making off – substantivação de to make off, “fugir, dar no pé” – seria no máximo algo como fuga. Fuja dele.

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Envie sua dúvida sobre palavra, expressão, dito popular, gramática etc. Toda quinta-feira o colunista responde ao leitor na seção Consultório. E-mail: sobrepalavras@todoprosa.com.br

Fonte: Blog Sobre Palavras – Sérgio Rodrigues